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05 Novembro de 2019 | 14h56 - Actualizado em 05 Novembro de 2019 | 15h52

TAAG desdramatiza incidente do vôo Joanesburgo/Luanda

Luanda - A Transportadora Aérea Angolana (TAAG) considerou hoje (terça-feira) "deturpadas" as informações veiculadas nas redes sociais sobre o incidente da última quinta-feira com o vôo DT578, que, por avaria, regressou e aterrou de emergência em Joanesburgo (África do Sul).

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Passageiros da TAAG desembarcando num país africano (arquivo)

Foto: Lino Guimarães

Hora depois de ter descolado, a caminho de Luanda, o Boeing 737-700 (baptizado por Kifangondo) ressentiu de fortes turbulências que causaram a paralisação do motor do lado direito, forçando o recuo da aeronave e consequente desembarque de mais de cem passageiros, em pânico.

De acordo com o porta-voz da companhia, Carlos Vicente, depois de avaliada e controlada a situação (ainda no ar), o comandante preferiu regressar a cidade sul-africana, como mandam as leis aeronáuticas, cumprindo com um procedimento normal da aviação civil.

Em declarações à Angop, em reacção às alegadas “informações deturpadas” disseminadas no facebook e no whatsapp, o porta-voz desdramatizou o sucedido, salientando tratar-se de imprevistos que acontecem com todas as companhias e com os melhores pilotos.

“O alarido e descontentamento dos passageiros são aceitáveis por se tratar de uma situação constrangedora. A estes, apela a tranquilidade, assegurando que os aviões da TAAG são regularmente assistidos, antes e depois de quaisquer viagens, por técnicos capacitados (…)”,expressou.  

Carlos Vicente explicou, por outro lado, que periodicamente os pilotos dessa companhia deixam de voar para participar em simulacros e testes psicotécnicos, no exterior do país, podendo culminar com a desautorização de pilotar.

Das notícias em circulação nas plataformas digitais, consta que oito horas após o incidente, os passageiros recusaram-se a subir no mesmo avião para viajar para a capital angolana, porque lhes tinha sido supostamente informado que seguiriam num voo alternativo.

Rendidos, descreve uma publicação a que a Angop teve acesso, os 110 passageiros fizeram-se a bordo do aparelho 737-700, para depois de 30 minutos da decolagem (a 1h40) voltarem a ouvir do novo comandante o mesmo problema, provocando um clima de fúria e gritos.

A TAAG – Linhas Aéreas de Angola - atende actualmente mais de 12 destinos domésticos e vários internacionais, em África, nas Américas do Sul e Caribe, na Europa e na Ásia, com uma frota de dez aviões, sendo 4 do tipo 737-700 e seis 777-300 e 777-200.

Assuntos Incidente   TAAG  

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