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22 Setembro de 2019 | 18h38 - Actualizado em 22 Setembro de 2019 | 18h51

Sindicalista defende separação da mídia com poder político

Luanda - O secretário-geral do Sindicato dos Jornalistas de Angola (SJA), Teixeira Cândido, advogou hoje, domingo, a separação da mídia e do poder político, como forma de tornar a comunicação social mais forte, apartidária e plural.

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Participantes no encerramento da Bienal de Luanda

Foto: Rosário dos Santos

secretário-geral do Sindicato dos Jornalistas de Angola (SJA), teixeira Cândido

Foto: Rosário dos Santos

Em declarações à imprensa no final de um fórum sobre “Mídia livre, independente e pluralista para promover a paz e o desenvolvimento em África”, inserido no programa da Bienal de Luanda, Teixeira Cândido frisou que os problemas da comunicação social são transversais na maioria dos países de África.

Apontou como exemplos positivos em termos de liberdade de imprensa Cabo Verde, África do Sul, Gana e a Namíbia.

 “A mídia nesses países goza de independência do poder político e é independente porque o jornalista tem condição social que permite viver com alguma dignidade, que permite, na realidade, assumir a independência que têm”, esclareceu.

Para o responsável, quando se estiver a falar de independência é falar do poder político, por um lado, mas também falar da condição social do jornalista.

Acrescentou que “a independência do jornalista é sinónimo de uma melhor democracia, mais ampliada, extensa e melhor actividade jornalista”.

O sindicalista afirmou que quando existe democracia quer dizer que há o exercício da cidadania, com melhores actores sociais.

A Bienal é uma plataforma que visa desenvolver e consolidar uma cultura de paz e não-violência, desencadeando um movimento Pan-Africano que promova a diversidade cultural e a unidade africana.

Sob o lema “Construir e preservar a paz: um movimento de vários actores”, a realização desse evento em Angola prova a vontade política do governo angolano em estabelecer uma cooperação cada vez mais estreita com a Unesco, para a promoção de uma cultura de paz em África.

Assuntos Angola  

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