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22 Maio de 2019 | 17h07 - Actualizado em 22 Maio de 2019 | 17h07

Autoridades denunciam vandalização do sistema de água

Mbanza Kongo - Indivíduos desconhecidos estão a retirar as válvulas de retenção de água potável do novo sistema de distribuição da cidade de Mbanza Kongo, capital da província do Zaire.

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A denúncia é do administrador para a área técnica da empresa de águas e saneamento desta província, Diasonama Nsoki, tendo afirmado que desde Abril até a presente data já foram retiradas 250 válvulas.

Em declarações, nesta quarta-feira, à Angop, a fonte disse que os meliantes estão a retirar as referidas válvulas, feitas de bronze, para comercializar na vizinha República Democrática do Congo (RDC), onde são, supostamente, transformados em bijutarias.

As também conhecidas caixas de derivação de água potável, colocadas nos bairros 4 de Fevereiro, Martins Kidito e Álvaro Buta, periferia de Mbanza Kongo, são as mais visadas pelos meliantes, segundo a fonte, que pediu a população a denunciar tais práticas às autoridades competentes.

Entretanto, o porta-voz do Comando Provincial do Zaire da Polícia Nacional, inspector-chefe Luís Bernardo, informou que a corporação já está ao corrente da situação, devendo nos próximos dias apresentar os resultados das acções desenvolvidas para combater a vandalização dos bens públicos.

"O Comando Municipal da Polícia Nacional de Mbanza Kongo já está informado e dentro de poucos dias vai apresentar os resultados aos órgãos de comunicação social", reiterou.

O novo sistema de abastecimento de água potável a Mbanza Kongo, cujo grau de execução física estimado na ordem dos 97 por cento, começou a ser construído em 2017 a partir do rio Lueji, arredores da cidade.

Tem capacidade de produção de mil e 50 metros cúbicos por hora, com dois tanques na estação de distribuição, sendo um elevado (aéreo) de mil metros cúbicos e o de apoio de dois mil metros cúbicos.

O sistema, que beneficiará 63 mil consumidores, contra os actuais 21 consumidores de água potável, terá ainda 11 mil ligações domiciliares, numa primeira fase, e 98 chafarizes comunitários.

O actual sistema possui uma capacidade de apenas 110 metros cúbicos por hora.

A entrada em funcionamento do novo sistema está prevista para o mês de Agosto deste ano. Até a data presente, mil e 40 clientes já formalizaram os seus contratos com a empresa de água e saneamento.

A cidade de Mbanza Kongo, capital da província do Zaire, tem uma população estimada em 155 mil e 174 habitantes.

Assuntos Província » Zaire   Água  

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