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05 Dezembro de 2019 | 17h46 - Actualizado em 05 Dezembro de 2019 | 20h02

Trabalhadores da RNA desistem da greve

Luanda - A greve dos trabalhadores da Rádio Nacional de Angola (RNA), que seria convocada esta quinta-feira (5), foi anulada depois de uma reunião do núcleo sindical, onde ficou patente a regularização de todas as questões pendentes no Caderno Reivindicativo até 15 de Janeiro de 2020.

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Assembleia Nacional dos trabalhadores da Rádio Nacional de Angola (RNA)

Foto: Domingos Cardoso

A 24 de Novembro, a Assembleia-Geral de Trabalhadores da RNA tinha dado 10 dias ao Conselho de Administração da instituição, para cumprir com parte das reivindicações constantes do caderno negociado e assinado em Abril do corrente ano.

Durante a reunião de hoje, os trabalhadores foram informados que todos aqueles que viram o seus contratos terminados ou em regime de colaboradores, por dupla efectividade com o sector da educação, desde que não fira o plasmado por lei, serão reintegrados até 15 de Janeiro de 2020.

Para já, até 15 de Dezembro do ano em curso, foi acordado com a entidade patronal que todos funcionários que exerceram cargo de chefia até Agosto de 2019 terão os respectivos subsídios pagos.

Em declarações à imprensa, o secretário-geral do Sindicato dos Jornalistas Angolanos, Teixeira Cândido, referiu que as exigências feitas foram solucionadas, devendo o seu cumprimento decorrer a partir de Dezembro deste ano até 15 de Janeiro de 2020.

“Neste sentido já não há quaisquer motivos para fazer a greve”, referiu.

Questionado sobre a aplicação do qualificador ocupacional a nível das empresas de comunicação social, Teixeira Cândido fez saber que a RNA e a Televisão Pública de Angola (TPA), já têm a funcionar esse instrumento, mas carece de regulamentação para conferir melhor mobilidade.

“É essa a exigência que continuamos a fazer junto dos Conselhos de Administração da RNA e TPA, para que possam aprontar rapidamente um regulamento com as categorias e critérios que o qualificador precisa”, referiu.

Referentemente as Edições Novembro, o sindicalista referiu que até ao momento o qualificador ocupacional não foi concluído.

Já a nível da Agência Angola Press (ANGOP), Teixeira Cândido referiu que o qualificador ocupacional está concluído, mas carece de verbas para implementação.

Em Junho deste ano, a RNA criou uma comissão de reclamações, com a participação de um representante do Sindicato e do Ministério da Comunicação Social, para avaliar e decidir sobre as reivindicações apresentadas.

Um dos pontos principais deste caderno reivindicativo era referente ao reajuste salarial, a ser viabilizado pelo Estado, enquanto accionista único.

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