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10 Novembro de 2019 | 10h27 - Actualizado em 10 Novembro de 2019 | 10h27

Cunene: Mulheres marcham contra abandono de recém-nascido

Ondjiva - Duzentos e quarenta e três mulheres de vários estratos sociais da província do Cunene, marcharam sábado, em Ondjiva, para repudiar um acto recente de abandono de um recém-nascido, praticado pela própria mãe, que se encontra em fuga.

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A manifestação decorreu sob o lema “Diga não a violência”, partiu da tribuna municipal do Cuanhama, percorrendo as principais artérias da cidade de Ondjiva e culminou no ponto de partida, com as mulheres a exibirem cartazes que apelavam para o fim dos maltratos às crianças.

Em declarações à imprensa, a directora da Acção Social, Família e Igualdade do Género no Cunene, Elizeth Mwamelungi, afirmou que a iniciativa visou repudiar publicamente o abandono de bebés e despertar a reflexão e dialogo nas famílias, que é um núcleo constituído por crianças, adolescente, jovens e adultos.

Promete, em parceria com outras organizações, continuar a realizar acções para a mudança de mentalidade das famílias e incentivar as normas do bom comportamento e dignas de humanos.

Abandonado num tunel pela mãe, o bebé do sexo masculino, de apenas 18 dias, goza de boa saúde, em relação a primeira semana em deu entrada na pediatria do Hospital Geral de Ondjiva, segundo a médica Telma de Freitas,
Explicou ser o quinto bebé abandonado que o hospital de Ondjiva atende este ano, embora a direcção da Acção Social, Família e Igualdade do Género dar conta de apenas dois..

O Gabinete da Acção Social, Família e Igualdade do Género no Cunene registou nos meses de Julho a Setembro deste ano, 23 de conflitos familiares, sendo 17 por não prestação de alimentos aos menores, três ofensas corporais, dois abandonos do lar e uma ofensa corporal, menos 16 em relação ao período de 2018.

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