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08 Outubro de 2019 | 18h18 - Actualizado em 08 Outubro de 2019 | 19h45

ACNUR remarca repatriamento para RDC

Dundo - As fortes chuvas que caíram nesta terça-feira sobre a província da Lunda Norte estiveram na origem do adiamento, para a próxima quarta-feira, do início do repatriamento voluntário e organizado dos refugiados da República Democrática do Congo (RDC) assentados no campo do Lóvua.

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LUNDA NORTE: REFUGIADOS NO CAMPO DO LÓVUA

Foto: HÉLDER DIAS

Num comunicado, o escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) informa que o adiamento do processo visa evitar riscos de saúde, sobretudo nas crianças, durante o percurso, uma vez que serão transportados por camiões.

No âmbito desse processo, está previsto o repatriamento de quatro mil refugiados, estando disponíveis cerca de sete viaturas, alimentação e técnicos para assistência médica e medicamentosa. Os beneficiados devem receber 20 mil francos congolêses e 80 dólares norte-americanos para sua reintegração social.

Os quatro mil refugiados fazem parte de um grupo de nove mil que ainda se encontram assentados no campo do Lóvua.

Durante o repatriamento voluntário e espontâneo, regressaram à RDC 14 mil e 724. Deste número três mil e 772 são homens, sete mil e 974 crianças e dois mil e 978 mulheres, dos 18 mil e 800 previstos.

O repatriamento voluntário teve início a 19 de Agosto quando um grupo de refugiados decidiu unilateralmente regressar ao país de origem voluntária e espontaneamente.

O total de cidadãos da RDC na altura acolhidos em Angola, na província da Lunda Norte, em particular, atingiu os 35 mil. Destes, 23 mil e 684 foram acolhidos no campo de refugiados do Lóvua, enquanto os restantes 11 mil e 316 estavam distribuídos pelas comunidades da província.

A migração destes cidadãos derivou da violência generalizada causada por tensões políticas e étnicas na República Democrática do Congo (RDC), em Maio de 2017.

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