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18 Novembro de 2019 | 18h27 - Actualizado em 18 Novembro de 2019 | 18h35

Falta de técnicos condiciona abertura do posto de identificação do Nóqui

Mbanza Kongo - A falta de técnicos está a condicionar a entrada em funcionamento do posto de identificação civil e criminal do município do Nóqui, província do Zaire, reabilitado e apetrechado há cinco anos.

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A informação foi prestada nesta segunda-feira, à imprensa, pela delegada municipal do registo civil e notariado, Madalena Kuangu, à margem da inauguração da loja de registo civil na localidade,  pelo governador provincial, Pedro Makita Armando Júlia.

A responsável manifestou-se preocupada pelo prolongado tempo em que se encontra inoperante o equipamento instalado naquela instituição.

Solicitou, por isso, ao governo provincial o recrutamento de pelo menos dois técnicos para assegurar o funcionamento do posto de identificação civil e criminal local.

Reconheceu que os cidadãos locais enfrentam enormes dificuldades para a obtenção do Bilhete de Identidade (BI) e outros documentos, percorrendo, para efeito, 175 quilómetros até Mbanza Kongo, uma viagem que chega a custar 20 mil Kwanzas.

Quanto às novas instalações do registo civil e notariado hoje inauguradas, disse que o seu funcionamento é assegurado por três funcionários, número também por si considerado insuficiente para a atender a demanda da população local estimada em 23 mil e 880 habitantes.

A loja do registo civil e notariado vai  emitir  cédulas pessoais, assentos de nascimento,  casamentos, certidões de óbitos, entre outros documentos.

Situado no extremo noroeste da província do Zaire, o município do Nóqui faz fronteira com a cidade de Matadi, capital da região do Congo Central (RDC). Subdivide-se em três comunas: Sede, Mpala e Lufico.

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