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02 Março de 2020 | 16h40 - Actualizado em 03 Março de 2020 | 11h02

MED considera merenda escolar fundamental no ensino

Luanda - O Executivo angolano tem a merenda escolar como umas das prioridades para a melhoria do processo de ensino e aprendizagem, afirmou esta segunda-feira, em Luanda, a ministra da Educação, Ana Paula Tuavanje Elias.

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Alunos em aulas

Foto: JOAQUINA BENTO

A ministra, que falava à imprensa no final das comemorações do 1 de Março, Dia Africano da Alimentação Escolar, informou que têm sido conjugados esforços a fim de se encontrar apoio de mais instituições Não-governamentais e fazer chegar a merenda escolar a todas as crianças.

Em 2013, o Governo angolano aprovou o Decreto Presidencial número 138/13 sobre o Programa de Alimentação Escolar (PAE), um instrumento de base no qual assenta o projecto de Merenda Escolar, para garantir o bem-estar e desenvolvimento das crianças.

A Merenda Escolar foi descentralizada, em 2016, e passou a ser gerida pelos governos provinciais.

“Temos o apoio de vários departamentos ministeriais, dentre os quais o Ministério das Pescas e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), instituições participativas nas políticas relativas à merenda escolar”, referiu.

Pirâmide alimentar

Durante o encontro, foi exibida a pirâmide alimentar, guia gráfico nutricional que visa orientar a alimentação diária para uma população saudável, acima de 2 anos de idade.

Segundo especialistas, uma boa alimentação é fundamental para o desenvolvimento da capacidade cognitiva dos alunos, ajuda no rendimento escolar e proporciona outras melhorias, como aumento da qualidade do sono, da capacidade respiratória e a prevenção do aparecimento de doenças cardiovasculares.

Este ano, o Ministério da Educação (Angola), comemora o 5º aniversário do Dia Africano de Alimentação Escolar.

Lunda Sul

Os docentes defenderam a necessidade de os pais seleccionarem alimentos energéticos para garantir a boa funcionalidade do organismo e permitir a boa capacidade de assimilação de conhecimentos dos alunos.

Para o docente Malami Silva, é necessário que os pais introduzam alimentos como o arroz, por ser rico em carboidratos, energético e bom para o funcionamento do organismo.

A carne com pouca gordura, explicou, oferece energia por conter vitamina B12 de ajuda a combater o cansaço. Os chocolates melhoram o estado de ânimo, combatem à depressão e são ricos em vitaminas e minerais.

Acrescentou que já os frutos secos, que contêm carboidratos proteínas e fibras, são energéticos para os petizes, enquanto a banana é óptima para fortalecer os músculos.

Efeméride

O Dia Africano da Alimentação Escolar foi criado em Janeiro de 2015, na 26ª Cimeira de Chefes de Estados da União Africana.

Na ocasião, os líderes africanos adoptaram a alimentação escolar como estratégia continental, para melhorar a frequência as aulas, o desempenho dos alunos, promover a geração de renda, bem como o empreendedorismo nas comunidades.

A decisão foi tomada depois de uma delegação de oficiais da União Africana e ministros de diversos países africanos ter visitado o Brasil, onde conheceu o Programa Nacional de Alimentação Escolar.

A experiência brasileira tem inspirado inúmeros países africanos, empenhados em adoptar estratégias nacionais de alimentação escolar, a comprarem alimentos produzidos pelos agricultores das comunidades circunvinzinhas das escolas.

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