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12 Dezembro de 2019 | 12h28 - Actualizado em 12 Dezembro de 2019 | 13h10

Escola do Ensino Especial convertida em núcleo regional inclusivo

Lubango - A escola do ensino especial do Lubango, construída em 1998 com financiamento da Fundação Lwini, vai a partir de 2020 converter-se em núcleo regional de educação inclusiva, visando a formação académica e técnico-profissional de pessoas com necessidades educativas especiais das províncias da Huíla, Namibe, Cunene e Cuando Cubango.

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Huía: Paula Joaquim - Diretora da educação

Foto: ANGOP

O facto foi anunciado hoje (quinta-feira), no Lubango, pela directora do gabinete provincial da educação na Huíla, Paula Joaquim, à margem da apresentação do tema sobre o percurso histórico do processo de inclusão escolar na Huíla, enquadradado no I Congresso Internacional de Educação Inclusiva, que decorre nesta urbe.

Actualmente com oito salas, o futuro núcleo terá mais 20 para a formação de quadros nas especialidades de deficiência visual, auditiva, física, mental, superdotação, condutas típicas e braille.

A instituição comportará espaços de eventos, reuniões e debates para abordagem pedagógica e partilha de conhecimentos em matéria de superação e educação inclusiva.

Segundo a gestora, a criação deste núcleo de educação regional da Huíla constitui uma mais-valia para o grupo alvo, pois vai permitir eliminar todas as barreiras psicológicas, bem como possibilitará a formação continuada do grupo alvo.

Fez saber que actualmente estão a ser criadas todas as condiçoes técnicas e administrativas para a concretização deste “sonho”, ou seja, pretende-se com o funcionamento do núcleo oferecer com regularidade aulas pedagógicas que atendam os alunos com necessidades educativas especiais das províncias da Huíla, Namibe, Cunene e Cuando Cubango.

Acrescentou que compete ao governo assessorar pedagogicamente as equipas que irão laborar com os alunos, isto é, desde o processo de identificação, triagem e avaliação no contexto escolar e inclusão de petizes no processo de aprendizagem nos cursos especializados.

“O governo da Huíla pretende igualmente, com isso, melhorar a qualidade de vida das pessoas com necessidades especiais, para que após a formação possam contribuir para o desenvolvimento do país a todos os níveis”, disse.

Referiu que a actual escola do ensino especial foi construída para servir alunos que padecem de deficiência visual e amblíopes combinadas ou múltiplas, físico-motora e transtorno de linguagem, auditivas, intelectuais, dificuldade de transtornos de conduta da fala e transtornos do desenvolvimento psíquico.

O certame é uma iniciativa do Instituto Superior de Ciências da Educação (ISCED), do Gabinete Provincial da Educação e do Instituto Superior Politécnico Independente (ISPI) e  junta 300 professores do ensino primário, pais e encarregados de educação.

No presente ano lectivo foram identificados dois mil 594 alunos com deficiências físicas e motoras, sendo 83 na iniciação, mil 390 no ensino primário, 818 no I ciclo do ensino secundário e 303 no II ciclo do ensino secundário, nas 196 escolas públicas e privadas existentes na província, inclusive no ensino especial.

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