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03 Agosto de 2020 | 14h04 - Actualizado em 04 Agosto de 2020 | 09h16

Cidade da China perde um bilião de Kwanzas

Luanda - O Centro Comercial da Cidade da China, em Luanda, anunciou, nesta segunda-feira, perdas de cerca de um bilião de Kwanzas desde o início do Estado de Emergência, face à pandemia da Covid-19.

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Cidade da China em Viana (arquivo)

Foto: Pedro Parente

De acordo com o presidente do Conselho de Administração da Cidade da China, Jack Huang, que falava durante uma conferência imprensa de esclarecimento sobre a paralisação laboral devido aos dois casos registados a 20 de Julho, a estatística refere-se apenas as lojas controladas pela direcção do centro, faltando o balanço dos comerciantes particulares para detalhar os valores globais.

Indicou, por outro lado, que a suspensão das actividades laborais causou um impacto grave para os negócios e a sobrevivência dos lojistas, bem como para os trabalhadores angolanos.

Apesar desta perca, realçou, nenhum funcionário foi despedido, mas regista-se a redução da presença de trabalhadores em 50 por cento, conforme orientação das autoridades do país, no âmbito das medidas de prevenção e combate à Covid-19.

De acordo com o director Municipal da Saúde de Viana, Abreu Pecamena, até ao momento foram testados 1.700 trabalhadores, entre angolanos e estrangeiros, sendo que 63 deram positivo.

Com mais de 300 lojas pertencentes a comerciantes angolanos, chineses, norte-americanos, portugueses, turcos e libaneses, a Cidade da China conta com mais de quatro mil trabalhadores nacionais.

O Centro Comercial procedeu a oferta à Administração Municipal de Viana de 5 milhões de Kwanzas, em alimentação, para apoiar actividades sociais, assim como cinco mil máscaras.

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