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07 Julho de 2020 | 12h01 - Actualizado em 07 Julho de 2020 | 12h17

Nova família do Kwanza começa circular a 30 de Julho

Luanda - A nova família do Kwanza "série 2020" entra em circulação a partir do dia 30 de Julho, anunciou, nesta terça-feira, o governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José Lima Massano.

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Nova família de Kwanzas.

Foto: Nelson Malamba

Governador do BNA, José Massano.

Foto: Nelson Malamba

O governador explicou que as novas notas entrarão em circulação de modo progressivo a partir do dia 30 de Julho, com as cédulas de 200 Kwanzas (AKz). Em Setembro a de 500 kwanzas, Outubro as de mil kwanzas, e em Novembro as de dois mil kwanzas.

As notas de cinco mil kwanzas foram feitas ainda com o material actual - em algodão, também conhecido como papel e estará disponível em Janeiro de 2021.

Neste momento, acresceu, apesar da provisão legal, não se antevê a entrada em circulação da denominação de AKz 10 mil, a menos que se venha a mostrar absolutamente necessário.

A entrada em funcionamento será progressiva para permitir o conhecimento das suas características e assegurar que estejam disponíveis e em todo território nacional.

As novas notas conviverão com a existente, em série de 2012, até 31 de Dezembro de 2021.

O BNA publicará e dará visibilidade ao calendário de retirada das notas mais antigas

para manter as suas características de segurança por período mais longo de tempo. As moedas metálicas actuais permanecerão em circulação sem qualquer alteração.

Ao discursar na cerimónia de apresentação nova família do Kwanza, reiterou que as notas de 200, 500, 1000 e 2000 foram produzidas em polímero, que se assemelha ao plástico.

De acordo com o governador, no caso de Angola, a durabilidade é muito relevante, porque a intensidade da utilização e manuseamento das notas, faz com que a sua vida útil seja reduzida, elevando os custos de saneamento do meio circulante.

Para além disso, acresceu, o facto de nem todas as zonas do país existirem delegações do BNA ou balcões de bancos comerciais, dificulta o controlo de qualidade e substituição atempada de notas em mau estado de conservação.

José Lima Massano explicou que com o polímero, temos não apenas a novidade de notas em novo material, mas também a possibilidade de maior comodidade no seu uso e poupanças financeiras na gestão da circulação monetária.

 “Não menos importante, é o facto do novo substrato ser reciclável, tornando-as as notas mais amigas do ambiente”.

Assuntos Economia  

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