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12 Dezembro de 2019 | 14h25 - Actualizado em 13 Dezembro de 2019 | 18h17

Angola quer deixar de importar derivados de petróleo

Cabinda - A construção de refinarias nas cidades de Cabinda, Soyo e Lobito, bem como a triplicação da capacidade de refinação de Luanda, entre outras acções, vão reduzir as despesas e a contínua importação de derivados do crude, afirmou nesta quinta-feira o ministro dos Recursos Minerais e Petróleos, Diamantino Azevedo.

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Ministro dos Recursos Minerais e Petróleos - Diamantino Pedro Azevedo

Foto: Rosário dos Santos

Oitenta por cento dos derivados de petróleo consumidos no país são importados, e a intenção do Governo é contrapor esta situação, disse o titular do sector.

O governante, que discursava na abertura do IV Conselho Consultivo do Ministério, a decorrer em Cabinda, sob o lema “Competitividade, Transparência e Eficiência no Sector dos Recursos Minerais e Petróleos, Remodelação e Modernização”, afirmou que o sector está a trabalhar para dar outro alento às políticas de hidrocarbonetos e minerais no país.

Quanto aos minerais, Diamantino de Azevedo disse haver concursos públicos para trabalhos de prospecção de ouro, fosfato e outros mineiros nas províncias de Cabinda, Zaire e Huíla.

Já o governador de Cabinda, Marcos Nhunga, afirmou ser oportuna a escolha desta província para a realização do IV Conselho Consultivo do MIREMPET, tendo em conta as projecções que esta região tem com a construção da Refinaria de Petróleo do Malembo e das vantagens a surgir sobre os resultados do modelo.

Participam do conclave, que termina ainda hoje, secretários de Estado do sector dos Recursos Minerais e Petróleos, presidentes dos Conselhos de Administração da Sonangol e dos Petróleos e Gás, especialistas do ramo, representantes das operadoras de ramas em Angola e empresários de prestação de serviços à indústria petrolífera.

Assuntos Província » Cabinda  

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