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31 Outubro de 2018 | 20h05 - Actualizado em 31 Outubro de 2018 | 20h04

Defendida promoção de seminários de abordagem económica e financeira

Benguela - O director do Instituto Nacional de Formação de Finanças Públicas (INFORFIP), Paulo Ringote, defendeu hoje, em Benguela, a necessidade da promoção de mais seminários que ajudam a melhorar a percepção da abordagem de natureza económica e financeira pública, no actual contexto da economia angolana, a nível local.

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Paulo Ringote - Director do INFORFIP

Foto: Rosário dos Santos

Falando à Angop, no final da acção formativa sobre Análise Macroeconómica e Relações Internacionais, organizada pela referida instituição, o responsável disse que a realização destes seminários são uma mais-valia para os jornalistas e ajudam a perceber melhor as matérias económicas e financeiras.

Referiu que tem havido algumas interpretações erradas no tratamento destas matérias por falta de  conhecimentos técnicos, situação que tem provocado “algum desconforto” entre os gestores públicos.

Por seu lado, o prelector do seminário, o consultor do Ministério das Finanças, Tombwele Pedro, disse que os jornalistas tomaram conhecimentos sobre os procedimentos do FMI, no que toca as orientações para recuperação de economias de países em recessão.

Acrescentou que, com base na sua experiência devido ao trabalho de vários anos em instituições internacionais no exterior, Angola está a ganhar credibilidade naquelas organizações através dos Ministérios das Relações Exteriores, do Plano, das Finanças e do Comércio, no âmbito do seu Plano Nacional de Desenvolvimento (PND).

Lamentou, no entanto, ter havido épocas em que o país não se fazia presente em muitos fóruns internacionais, como é o caso de África Caraíbas e Pacífico, embora tivesse o pagamento das suas quotas em conformidade.

Ao terminar o seminário, os jornalistas presentes concordaram que o evento esteve dentro das expectativas, atendendo a maneira simples e clara como foram ministradas as sessões.

Durante três dias, a classe jornalística de Benguela aprofundou conhecimentos sobre as Relações Internacionais, devido, principalmente, as consultas de Angola às organizações internacionais, tais como o Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), Organização Mundial do Comércio (OMC), entre outras.

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