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26 Maio de 2020 | 11h06 - Actualizado em 26 Maio de 2020 | 13h31

EUA: Washington pede inquérito contra o presidente do BAD

Washington - Os Estados Unidos pediram ao Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), um inquérito independente sobre as acusações de prevaricação contra o seu presidente Akinwumi Adesina, noticiou segunda-feira, 25 a AFP.

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Akinwumi Adesina, Presidente do BAD

Foto: Rosario dos Santos

O pedido consta numa carta do secretário do Estado americano para o tesouro, Steven Mnuchin.

Falando das “sérias preocupações relativas à decisão do BAD de ilibar o seu presidente de todas acusações, Steven Mnuchin solicita um “profundo inquérito” sobre as alegações dos inquiridores externos independentes”, exprimidas na sua carta de 22 de Maio, endereça ao bureau do conselho dos governadores do BAD, e a ministra ivoiriense do Plano e do desenvolvimento Kaba Nialé.

Por recomendação do seu comité de Ética, o BAD perdoou totalmente Adesina de várias acusações, tais como “um comportamento contrario à ética, enriquecimento ilícito e favoritismo”, feitas no inicio de Abril pelos “lançadores de alerta” anónimos que se apresentaram como um grupo de empregados “preocupados”.

Antigo ministro nigeriano da Agricultura, que ocupa a função de presidente do BAD, desde 2015, Adesina, 60 anos, é o único candidato a sua reeleição, para um novo mandato de cinco anos.

O BAD deve eleger o seu novo presidente no fim de Maio, algo que foi adiado por causa do Covid-19.

“Considerando a gravidade e a precisão da gravidade das alegações contra o único candidato à liderança do banco, para os cinco próximos anos, pensamos que é necessário um profundo inquérito, para que o presidente do BAD benefício do apoio e da confiança plena dos accionistas”, precisa a carta.

O BAD tem 80 países accionistas, dos quais 54 africanos, 26 europeus, americanos e asiáticos.

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