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05 Março de 2020 | 17h35 - Actualizado em 06 Março de 2020 | 16h17

Covid-19: Governo são-tomense proíbe viagens dos funcionários do Estado

São Tomé - O Governo são-tomense aprovou uma resolução que proíbe a realização de viagens dos funcionários e dirigentes do Estado aos países onde se verifica uma prevalência alta da epidemia de Covid-19, anunciou hoje em comunicado.

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Bandeira de São Tomé e Principe

Foto: Divulgação

No comunicado lido pelo seu porta-voz, Adelino Lucas, o executivo "aconselha veementemente a população em geral, incluindo cidadãos estrangeiros residentes, para também evitarem deslocações a esses mesmos países".

Os países para onde o Governo são-tomense proíbe as viagens não vêm mencionados no comunicado do Conselho de Ministros, mas em declarações na quarta-feira aos jornalistas, o ministro da saúde, Edgar Neves, mencionou países como a China, Coreia do Sul, Irão, Itália, Nigéria, Argélia e Senegal.

A resolução aprovada no conselho de ministros realizado na quarta-feira orienta para "um controlo mais apertado aos passageiros que entram no território nacional, ao abrigo do Plano de Contingência Nacional, não descartando a possibilidade de isolamento ou quarentena em caso de alerta".

O surto de Covid-19, detectado em Dezembro, na China, e que pode causar infecções respiratórias como pneumonia, provocou cerca de 3.300 mortos e infectou mais de 95 mil pessoas em 79 países, incluindo oito em Portugal.

Das pessoas infectadas, mais de 50 mil recuperaram.

Além de 3.012 mortos na China, há registo de vítimas mortais no Irão, Itália, Coreia do Sul, Japão, França, Hong Kong, Taiwan, Austrália, Tailândia, Estados Unidos da América e Filipinas, San Marino, Iraque, Suíça e Espanha.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou o surto de Covid-19 como uma emergência de saúde pública internacional e aumentou o risco para "muito elevado".

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