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11 Junho de 2019 | 14h39 - Actualizado em 11 Junho de 2019 | 14h39

RDC: Porta-voz da Presidência questiona a gestão da empresa GECAMINES

Kinshasa - O porta-voz do Presidente Félix Tshisekedi, questionou segunda-feira a gestão da empresa mineira do Congo (GECAMINES) por Albert Yuma, próximo colaborador de Joseph Kabila.

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Bandeira da RDC

Foto: Angop

Mwema Yamba Y'amba, que criticou frontalmente o PCA da GECAMINES, recentemente reconduzido por Tshisekedi, e cuja modalidade da nomeação foi alvo de ataques por deputados da Frente Comum para o Congo (FCC), aumentou a tensão no seio da coligação FCC/CACH.

Numa mensagem Twitter, Mwema atacou a presumível falta de transparência na gestão da empresa mineira estatal, e disse “compreender porque é que o decreto que retira certos poderes de Yuma, criou pânico no seio da FCC”.

No dizer do comunicador de Tshisekedi a GECAMINES só paga 20 milhões de dólares de impostos, por ano, quando recebe royalties (taxas) de mais de 20 multinacionais.

Contactado pela AFP, Mwema confirmou as suas críticas.

“Os dois últimos decretos do Presidente nas empresas públicas provocaram tensão, e a situação é tal, que deveria reagir”, declarou.

No dia 03 de Junho, io Presidente Tshisekedi reconduziu, por decreto o PCA da GECAMINES, Albert Yuma. Segundo o texto,  Albert Yuma terá um novo director-geral, na pessoa de Sama Lukonde Kyenge.

Um outro decreto, nomeia Gabriel Kyungu wa Kumwanza, ao cargo de PCA da empresa dos caminhos-de-ferro do Congo (SNCC).

Os dois decretos suscitaram a raiva da FCC, liderada por Joseph Kabila, que iniciou um debate sobre o tema, na Assembleia nacional.

Os deputados pró Tshisekedi consideraram inconstitucional o debate na Assembleia Magna, e acusam a plataforma de Kabila de ter urdido a moção de censura, em violação das disposições da Constituição congolesa, e do regulamento interno da Assembleia Nacional, para humilhar o seu líder.

Assuntos RDCongo  

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