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19 Novembro de 2019 | 13h15 - Actualizado em 19 Novembro de 2019 | 15h38

Ex-presidente da África do Sul enfrentará julgamento por corrupção

Pretória - A Procuradoria da África do Sul afirmou esta terça-feira, em Pretrória, que o ex-presidente Jacob Zuma tem muito pouca chance de cancelar um processo judicial contra si por acusações de corrupção, noticiou a Prensa Latina.

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Ex-presidente da África do Sul Jacob Zuma (Foto arquivo)

Foto: Francisco Miúdo

Com essa intenção, o órgão da justiça entregou a documentação ao Supremo Tribunal de Justiça de Pietermaritzburg, na província de KwaZulu Natal, para rejeitar um novo pedido dos consultores jurídicos de Zuma para anular definitivamente esse processo.

O caso está relacionado à compra multimilionária em 1999 de armamentos para a África do Sul da empresa francesa Thale, uma transacção durante a qual Zuma é acusado de suposta aceitação de suborno e pelo qual é acusado de crime organizado, sendo dois por corrupção, um por lavagem de dinheiro e 12 por fraude.

O ex-presidente, que fracassou em todos os seus direitos constitucionais de anular o julgamento de uma vez por todas, insiste na sua inocência e reitera que é uma conspiração preparada pelos seus inimigos políticos.

O fracasso mais recente de Zuma ocorreu em Outubro, quando o tribunal indeferiu o pedido de anulação do caso, alegando que a defesa não apresentava fortes evidências para provar a sua posição.

No entanto, os seus advogados se queixaram novamente contra essa opinião.

De acordo com a mídia local que aderiu à documentação apresentada ao tribunal de Pietermaritzburg, a Procuradoria-geral da República observa que a reivindicação de apelação do ex-presidente é "infelizmente estragada por linguagem desrespeitosa e intemperada".


O caso contra Zuma foi anulado em 2009 e foi reaberto em 2018.


Embora a preparação do julgamento tenha sido adiada várias vezes, agora é anunciada para Fevereiro próximo.

Assuntos Justiça  

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